ESTRAGO DA NAÇÃO

3/24/2007

Ainda a novela da Costa da Caparica

Que o Instituto da Água andou a meter «água» no caso da Costa da Caparica parece evidente. A solução de emergência e de recurso através do reforço com areia e pedra na zona dunar somente por milagre resultaria - estava destinada ao insucesso e mais não se fez do que gastar dinheiro. Aquilo que se esperaria desta entidade, e também da protecção civil, era retirar todos os equipamentos susceptíveis de ser afectados pelas marés vivas. E depois sim fazer uma intervenção mais ponderada e eficaz.

Dando a «esperança» de que conseguiria resolver o problema (recordo-me de algumas afirmações de responsáveis do Ministério do Ambiente em Dezembro do ano passado), o insucesso deu suposta legitimidade ao Clube de Campismo de Lisboa para agora reivindicar indemnizações. Porém, repito que é só suposta, porque só faltava que os contribuintes tivessem de pagar não só os disparates do Ministério do Ambiente como também prejuízos de entidades privadas que usufruem de um bem público...

4 Comentários:

Anonymous Anónimo disse...

Quando visito o local ou vejo imagens na TV sobre os tais parques de campismo que estamos a proteger, em especial o do CCL, até fico arrepiado. Parecem campos de refugiados...e o contribinte a pagar esta protecção....
Gosto muito de campismo, mas aquilo não é campismo!

26/03/07, 10:59  
Anonymous brigadeiro-ó disse...

Se parecem campos de refugiados a situação é então ainda pior. Antes fosse campismo ó anonimo. O melhor é mandar aquela gente toda para a rua.
Sem indemenizações, que isto de cada um pagar 0,00001 euros pelos erros dos outros têm de acabar.

Pague-se obras mas nada aos refugiados. A proteção nem é para eles lol

02/04/07, 15:33  
Anonymous Anónimo disse...

Pague-se obras para quê? Para proteger o tal campo? Nõa, deixem é o mar avançar e faça-se a praia, útil para todos, mais para trás!

03/04/07, 17:21  
Anonymous Osvaldo Lucas disse...

Não são casas de refugiados. São segundas habitações, que os proprietários querem manter com unhas e dentes para só se deslocarem 50m a pé até estenderem a toalha (na maré vazia, claro!).

O problema todo é originado da excessiva concentração de pessoas nas áreas metropolitanas de Lisboa (e doutros locais).
Como toda a gente quer ir à praia, todos os pedacinhos de areia são importantes. Façam uma praia artificial junto ao molhe de Belém!!

07/04/07, 20:00  

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