1/23/2005

ão ficaria mal reconhecer que o acordo político com o Partido da Terra já começa a ter alguns frutos».

Penso que as alusões que o PSD fez no seu manifesto eleitoral às temáticas do ambiente se inserem sobretudo numa estratégia política de «marcar» as iniciativas do PS nesta matéria; não uma influência marcante do MPT. A existir influência será de, por exemplo, Carlos Pimenta que - surpreendentemente - esteve presente na apresentação do manifesto.

Essa intenção do PSD a que me referi ganha, aliás, força depois de ontem, José Sócrates, não somente ter também dado uma tónica no ambiente no manifesto eleitoral do PS, como puxado dos galões, dizendo que Portugal terá/poderá ter, pela primeira vez, um primeiro-ministro que foi ministro do Ambiente.

Longe de mim não acreditar nas promessas do PSD e acreditar nas promessas do PS, e vice-versa. Para mim, são promessas e nada mais. Mas, insisto, é bom para o país que, independentemente de quem ganhar se fique já com uma garantia: tanto o partido que sustentará o Governo como o principal partido da oposição terão o ambiente (a sua protecção, presumirei) na mira. E se assim for, será óptimo.

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