3/10/2005

Farpas Verdes CLXXXIV

Na Agenda Cultural da autarquia de Lisboa, na sua edição deste mês de Março, surge uma pequena foto-reportagem sobre a «Lisboa Subterrânea». Surgem várias fotografias para mostrar as belezas arquitectónicas desta bela parte escondida: o reservatório da Patriarcal; a cisterna do Museu do Fado; as galerias romanas da Rua da Prata, a cisterna subterrânea do antigo palácio do Marquês de Angeja, nas proximidades do Chafariz d'El Rei; os vestígios do antigo palácio do marquês de Marialva, deixado a descoberto pelo parque de estacionamento do Largo do Camões e uma estação de metropolitano.

Na minha opinião falta aqui uma fotografia essencial: a do aqueduto das Francesas, o tal troço que o Instituto das Estradas, a autarquia de Lisboa e o IPPAR não se importam de ver destruído.

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